Quando pego num livro espero que ele me envolva, me ensine... deixe algo em mim. Aqui estão aqueles que o conseguiram.
sábado, 10 de junho de 2017
CIDADE EM CHAMAS = GARTH RISK HALLBERG
sábado, 8 de abril de 2017
Homens imprudentemente poéticos ₪ Valter Hugo Mãe
domingo, 2 de abril de 2017
O Impiedoso País das Maravilhas e o Fim do Mundo * Haruki Murakami
quarta-feira, 1 de março de 2017
O Quarto de Jack # Emma Donoghue
domingo, 15 de janeiro de 2017
admirável mundo novo X Aldous Huxley
É este género de ideias que poderia facilmente descondicionar os espíritos menos solidamente fixados entre as classes superiores, que poderia fazê-los perder a fé na felicidade como supremo bem e fazê-los acreditar, ao invés disso, que o fim está em qualquer parte para além, em qualquer parte fora da esfera humana presente, que o objetivo da vida não é a manutenção do bem-estar, mas sim um certo reforço, um certo refinamento da consciência, algum aumento do saber... Coisa que - pensou o Administrador – até pode muito bem ser verdade, mas é inadmissível nas circunstâncias atuais. Pegou de novo na caneta e sob as palavras A não publicar riscou um segundo traço, mais grosso, mais negro que o primeiro. Depois suspirou:
«Como isto seria divertido se não fosse obrigado a pensar na felicidade!»
segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
Jesusalém ≎ Mia Couto
quinta-feira, 29 de dezembro de 2016
As Altas Montanhas de Portugal ∾ Yann Martel
quinta-feira, 7 de maio de 2015
Comboio Nocturno para Lisboa ► Pascal Mercier
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Triologia o Século ╠ Ken Follet
sábado, 12 de outubro de 2013
A possibilidade de uma ilha + Michel Houellebecq
segunda-feira, 1 de abril de 2013
As Cinquenta Sombras ᴥ E. L. James
- Anastasia – disse, a despedir-se.
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quarta-feira, 20 de março de 2013
O Caminho menos Percorrido ◙ M. Scott Peck
Nunca consigo esquecer a imensidão do cosmos e o quanto isso pode influenciar as nossas vidas independentemente da nossa vontade.
É uma verdade que nunca vai mudar e por isso posso ter duas posturas: posso deixar que me atormente com tudo de mau que pode trazer ou posso relaxar, ter esperança e aproveitar o que traz de bom.
Este livro fala de tudo isto de uma forma científica e muito humana e apresentando o trabalho que podemos fazer para encontrar essa paz.
Deixo-vos um excerto escolhido pelo autor de The Prophet (Nova Iorque: Alfred A. Knopf, 1951), pp. 17-18.
“Os teus filhos não são teus filhos.
São os filhos e as filhas do desejo da Vida por si própria.
Vêm através de ti mas não de ti,
E embora estejam contigo, não te pertencem.
Podes dar-lhes o teu amor, mas não os teus pensamentos,
Porque eles têm os seus próprios pensamentos.
Podes alojar-lhes os corpos mas não as almas.
Porque as almas deles vivem na casa do amanhã, que tu não podes visitar, nem sequer em sonhos.
Podes lutar por ser como eles, mas não tentes fazê-los ser como tu.
Porque a vida não anda para trás nem espera pelo passado
Tu és o arco a partir do qual são disparados os teus filhos como setas vivas.
O arqueiro vê o alvo no caminho do infinito, e arqueia-te com a Sua força para que a Sua flecha possa ir longe veloz.
Deixa que o teu arquear às mãos do arqueiro seja de satisfação;
Porque assim como Ele ama a seta que voa, ama também o arco que é firme.”
347 páginas
Sinais de Fogo
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quarta-feira, 18 de abril de 2012
O Cairo Novo ⌂ NAGUIB MAHFOUZ
De 0 a 10…. 8
Sinopse:
Neste romance pleno de suspense de Naguib Mahfouz, um niilista ambicioso e amargo, uma estudante bela e pobre e um funcionário corrupto envolvem-se num ménage à trois condenado.
O Cairo dos anos 30 é palco de enormes desigualdades sociais e económicas. É também uma época de mudança, quando as universidades começam a abrir as portas às mulheres e filosofias revolucionárias oriundas da Europa agitam os debates entre os jovens. Mahgoub é um estudante ferozmente orgulhoso que está determinado a esconder dos seus amigos idealistas a sua pobreza e a sua falta de princípios. Quando se dá conta de que não há emprego para quem não tem conhecidos, concorda, desesperado, em fazer parte de um elaborado plano fraudulento. No entanto, o que começa como mera estratégia de sobrevivência depressa se transforma em muito mais para Mahgoub e a sua cúmplice, uma jovem de nome Ihsan igualmente desesperada. À medida que se movem na sofisticada alta sociedade, a sua frágil farsa começa a desintegrar-se e o terrível preço do pacto faustiano de Mahgoub torna-se claro…
Prémio Nobel de Literatura 1988
232 páginas









